Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009



Esta infografia estática tem como objectivo explicar como se pode fazer uma reclamação em Portugal. 
Está dividida em 3 partes:

- tem um texto introdutório que fala do decreto de lei que regula a existência do Livro de Reclamações e que instituiu a sua obrigatoriedade;
- um esquema sobre como se pode efectuar uma reclamação;
- e a explicação de como se preenche correctamente o Livro de Reclamações.

Além disso, na parte inferior direita, podem-se encontrar contactos úteis da direcção regional do Norte e da sede da ASAE, de forma a que o leitor possa contactá-los, se necessário. 

Escolhi o vermelho e o branco, como alusão ao Livro de Reclamações, que tem essas duas cores. 

Sábado, Janeiro 31, 2009

Olá Joana, e todos os visitantes do nosso blog!

Realmente é um erro crasso não fazer a apresentação do blog... Pedimos imensa desculpa desde já, e agradecemos a visita!

Somos 3 alunas do curso Ciências da Comunicação, da Fac. de Letras da Univ. do Porto.
Actualmente estamos em Espanha, mais precisamente em Santiago de Compostela, a participar no Programa Erasmus 2008/2009.

Como tal, uma das cadeiras do nosso curso é precisamente "Infografia e Ilustração".
No âmbito desta disciplina, foi-nos proposto a criação de um blog, onde publicaríamos os nossos trabalhos, que passam principalmente por desenhar ou elaborar Infografias (com os programas Flash, Illustrator e Photoshop), ou pesquisa de informação acerca deste tema.

Os "post" que aqui vês são esboços ou infografias que desenhamos ao longo deste semestre. Se leste os comentários às nossas entradas, provavelmente percebeste que temos de seguir/comentar os blogs de colegas da turma, e vice-versa... O objectivo é acompanhar a evolução ou progressão dos alunos no que toca à elaboração de infografias.

Também colocamos links para sites relacionados com a Infografia, como o do Alberto Cairo.

Esperamos ter esclarecido o propósito do nosso blog ;)
E obrigada!


Ana Oliveira
Joana Afonso
Vânia Pinheiro

Paul Jackson Pollock nasceu a 28 de Janeiro de 1912 tendo falecido a 11 de Agosto de 1956.

Na sua pintura desenvolveu a técnica criada por Max Ernst, o 'dripping', na qual respingava a tinta sobre as suas enormes telas. Pintava com a tela colocada no chão para se sentir dentro do quadro.

"On the floor I am more at ease, I feel nearer, more a part of the painting, since this way I can walk around in it, work from the four sides and be literally in the painting." - Jackson Pollock, 1947.

Além de deixar de lado o cavalete, Pollock também não mais usa pincéis. Com a sua arte há o auge da pintura de acção.

Como hoje se celebra a data do seu nascimento, aqui deixo o link para uma apresentação em flash acerca da pintura de Pollock que encontrei na net.
É so seguir o link e começar a pintar! :)


Joana Afonso

Quarta-feira, Janeiro 28, 2009


Esta infografia dinâmica tem como objectivo explicar de que forma funcionam os direitos de autor em Portugal. No entanto, penso que, embora tenha posto informação que considero relevante, não consegui explicar da forma ideal o seu funcionamento. 
De qualquer maneira, dividi a informação em 4 pontos:
  1. O que é? - o que são os direitos e autor;
  2. Reprodução vs Contrafacção - a diferenciação entre estes 2 aspectos;
  3. Leis -  as leis que regulam os direitos de autor;
  4. Portugal - de que forma são regulados os direitos de autor em Portugal (a Sociedade portuguesa de autores e as suas funções específicas).
Em termos visuais, penso que a infografia está fácil de compreender e de funcionar. Existe um botão principal (o símbolo do Copyright) e 4 botões secundários que correspondem aos 4 pontos que já referi. 
Acredito que poderia ter feito um trabalho melhor nesta inforgrafia. 

Quarta-feira, Janeiro 28, 2009



Esta infografia (estática) tem como objectivo explicar de que forma se pode fazer uma reclamação em Portugal. 
Está dividida em 3 pontos fundamentais: 
  1. Contactar a empresa alvo da reclamação;
  2. Solicitar o Livro de Reclamações;
  3. Contactar a entidade Fiscalizadora.
Escolhi basear-me nestes 3 pontos, pensando que seriam os mais importantes para quem quer saber como se faz uma reclamação. 

Penso que está simples e de fácil compreensão. No entanto, falta alguma informação útil (contactos) e a sua atractividade poderia ter sido melhorada.

Ana Oliveira

Sexta-feira, Janeiro 09, 2009



Depois de consultar diversas fontes e de me inteirar mais profundamente do que ocorreu na Grécia, procurei juntar diversas informações relacionadas com o tema.
Numa infografia não é necessário estar plasmado tudo que tenha a ver com o assunto. Depois de analisar as diferentes partes do que ocorreu, tais como – como começou a problemática, confrontos que se deram, como está a situação e ainda os antecedentes do ocorrido – escolhi focar essencialmente as verdadeiras razões dos distúrbios e todos os tumultos sucedidos.


Primeiramente organizei os dados de forma cronológica (6 de Dezembro dia do incidente, 7, 8, 9 de Dezembro manifestações e consequências, etc); pensei em fazer um pequeno quadro com os dias mais importantes e o sucedido em cada um deles. Mas depois apercebi-me que não era aí que me queria debruçar com mais atenção, além de que no aspecto visual teria demasiado texto. Assim sendo, sintetizei as informações do ocorrido e fiz um pequeno esquema inicial, tentando de forma simples e rápida pôr o leitor a par da situação.

A parte com mais destaque nesta infografia cabe aos antecedentes de toda a situação ocorrida no país. O corpo de texto maior e a inclinação dada às “razões da violência” pretende destacar essa parte, tenta captar a atenção do leitor; optei por usar o símbolo “?” com o objectivo de tentar esclarecer as próprias causas dos tumultos e toda a violência gerada na Grécia.


Ao lado dos dados introdutórios está um mapa onde se mostra a cidade de Atenas para o leitor estar mais ou menos familiarizado com o local onde se iniciou o conflito. O mapa tem cor pálida mas com um vermelho no nome da cidade de “Atenas” para chamar a atençao para ai. A escolha sóbria e clarinha da cor do mapa está também relacionada com as cores mais fortes da parte das razoes da violência, para onde de destaca mais atençao.

Joana Afonso